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BATE BOLA
Nelson Carneiro Lopes
Biotenis Academia

O nosso primeiro “Bate Bola” é com o publicitário Nelson Carneiro Lopes, baiano, natural de Feira de Santana.

 

Nelson é casado, pai de três filhos, torcedor apaixonado do Bahia e do Flamengo. Com 56 anos de idade, ele é um dos mais antigos alunos da Biotenis e nos recebeu no escritório de sua empresa - Chama Publicidade - e contou um pouco da sua experiência como tenista. Confira!

 

Biotenis – Quando iniciou no tênis?

Nelson – Iniciei junto com a Biotenis em 2003.

 

Biotenis – O que te motivou à pratica do tênis?

Nelson – Sempre gostei de atividades físicas, antes fazia caminhada, dava as minhas caneladas jogando os “babas” da vida. Na minha casa a atividade física sempre foi uma coisa curricular.

 

Biotenis – Quem foi seu primeiro professor?

Nelson – Meu filho jogava tênis e ficava me chamando para jogar, dizia que eu ai gostar. Então certa vez, fui deixá-lo na academia, daí ele me fez descer e me apresentou ao professor Euzébio. A partir daí tudo começou.

 

Biotenis – O que o tênis mudou na sua vida?

Nelson – Eu diria que o tênis não mudou, mas sim complementou, porque hoje sinto a necessidade da prática e da boa convivência. Sempre na minha vida esportiva, gostei de competir e o tênis me ensinou a dominar as emoções e foi essa disciplina que mudou em meus hábitos.

 

Biotenis – Se pudesse voltar no tempo, o que mudaria em você como tenista?

Nelson - Eu teria começado mais cedo.

 

Biotenis – O que te deixa muito bravo quando joga?

Nelson – Errar. Não concluir uma jogada como imaginei. Eu quero, penso, vou mas não consigo. Isso às vezes me deixa ansioso.

 

Biotenis- Quem é seu maior rival? De quem você não gosta de perder?

Nelson – Eu tenho um grupo muito legal, mas não gosto de perder para o Mauricio Vieira que está até acima de mim – não gosto de perder para o Dinho (Fernando Amaral). Mas no tênis, uma boa partida já te deixa satisfeito.

 

Biotenis – Qual foi seu jogo inesquecível?

Nelson – Contra o Aloísio. Por todas as características que cercaram esse confronto, ele descobriu que eu estava jogando e disse; se Nelson joga eu também vou jogar! Achei isso fantástico. Daí ele contratou um professor e começou a treinar escondido. Marcamos o desafio e o jogo foi cercado de expectativas. A torcida estava do lado dele, depois da partida nos confraternizamos, e esse jogo foi inesquecível!

 

Biotenis – Você participa de torneio? Em qual classe?

Nelson – Jogo poucos torneios. Sou 5ª Classe.

 

Biotenis – Tem algum ídolo no tênis? Quem?

Nelson – Sim. O Guga. O Guga evidentemente foi para o tênis, o que o Pelé foi para o futebol aqui no Brasil e no mundo. Não só por ser um grande jogador, mas pelo seu caráter, pela humildade, pela postura e pela grande contribuição que deu para o tênis.

 

Biotenis – Qual o seu melhor golpe?

Nelson – O Slice, o bom e velho “facão”.

 

Biotenis – O que você quer muito melhorar em seu jogo?

Nelson – O jogador que é de 5ª. Classe, quer melhorar um pouco de tudo, quer melhorar o saque, a paralela, a presença na rede. Eu saio da quadra e fico imaginando o que eu fiz de bom e o que ficou faltando.

 

Biotenis – Faz outra atividade física para melhorar a performance?

Nelson – Faço musculação. Inclusive me auxiliou muito no tênis, isso tem reforçado muito, tem amenizado aquelas dores que o excesso provoca. Outra coisa muito importante que faço associada a musculação, é o alongamento.

 

Biotenis – O que você tem a dizer a seus futuros adversários?

Nelson – Se preparem!

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